Mereceu ser postado aqui!
6/9/2006 17:24:12 Cafuné diz:
Exploração psicológica que eu gosto.
Você entra na minha cabeça e me entende.
Química, amizade, amor, entendimento, beleza, tudo, tá?
quarta-feira, setembro 06, 2006
terça-feira, setembro 05, 2006
Depois da tempestade...
Olhando nos olhos dela, ele simplesmente diz que a adora, que se sente ótimo ao seu lado, mas sente que precisa ver outras pessoas. Porém, fica atormentado quando o faz. Acha que a está traindo, mesmo sabendo que não existe compromisso entre os dois.
Ela sorri sinceramente enquanto administra o conflito entre o ciúme de imaginar seu bem-querer flertando com outras mulheres, a alegria de saber que é correspondida de forma tão pura e o orgulho de desejar alguém tão digno de seu carinho.
Aconchegada em seu colo, ela disfruta da inédita paz que só a verdade traz.
Olhando nos olhos dela, ele simplesmente diz que a adora, que se sente ótimo ao seu lado, mas sente que precisa ver outras pessoas. Porém, fica atormentado quando o faz. Acha que a está traindo, mesmo sabendo que não existe compromisso entre os dois.
Ela sorri sinceramente enquanto administra o conflito entre o ciúme de imaginar seu bem-querer flertando com outras mulheres, a alegria de saber que é correspondida de forma tão pura e o orgulho de desejar alguém tão digno de seu carinho.
Aconchegada em seu colo, ela disfruta da inédita paz que só a verdade traz.
quarta-feira, agosto 30, 2006
Retomando o assunto frente ao conflito
Há alguns posts eu falei sobre leveza. Todo o universo parecia ser leve e eu era tal qual um pedaço de chumbo! Eis que operou-se o milagre. Fiquei leve feito pluma e o mundo está que não se aguenta. As pessoas ao meu redor estão surtando. Me sinto num filme estrelado pela Fat Family e o peso das pessoas agora me incomoda.
Talvez o x da questão seja EQUILÍBRIO!
Há alguns posts eu falei sobre leveza. Todo o universo parecia ser leve e eu era tal qual um pedaço de chumbo! Eis que operou-se o milagre. Fiquei leve feito pluma e o mundo está que não se aguenta. As pessoas ao meu redor estão surtando. Me sinto num filme estrelado pela Fat Family e o peso das pessoas agora me incomoda.
Talvez o x da questão seja EQUILÍBRIO!
Sobre povos do antigo continente
Depois de muitas conversas e com a curiosidade mutuamente aguçada, decidiram se encontrar. Um lugar público, agradável, animado e com promessa de diversão por horas a fio estava a contento. Introsamento fácil, conversa fluindo, assuntos se sucedendo de maneira smples e natural. Tudo muito interessante e divertido.
O riso era fácil entre os dois. Bastaram 15 minutos para mudar o nível da relação. Um efeito palpável da mágica que aproxima e repele pessoas em todo o planeta o tempo todo. Cada segundo mai spróximos, seguiram pela madrugada entre sorrisos.
Repetir a dose era desejo comum e assim devidamente atendido. Mais uma vez não restaram dúvidas de que a química era favorável e a física já ensaiava os primeiros experimentos. Era hora de mudar de nível mais uma vez.
Um novo nível e novos desafios. Tudo muito a contento. Barreiras derrubadas, mitos caindo por terra. A relação seguia produtiva e desafiadora.
Diferentes, distintos, distantes. Ficaram parecidos e próximos. Ataram laços que ficarão para sempre.
Ela, sentada ao lado dele, observa-o em silêncio. Um sorriso de canto de boca denuncia o pensamento que lhe veêm a mente:
“Admirável a magia que une as pessoas. Incríveis são os encontros dos seres. Mágicos os caminhos que se cruzam e modificam seu percurso”
Seu coração será a morada eterna dessa pequenina história de amor.
Depois de muitas conversas e com a curiosidade mutuamente aguçada, decidiram se encontrar. Um lugar público, agradável, animado e com promessa de diversão por horas a fio estava a contento. Introsamento fácil, conversa fluindo, assuntos se sucedendo de maneira smples e natural. Tudo muito interessante e divertido.
O riso era fácil entre os dois. Bastaram 15 minutos para mudar o nível da relação. Um efeito palpável da mágica que aproxima e repele pessoas em todo o planeta o tempo todo. Cada segundo mai spróximos, seguiram pela madrugada entre sorrisos.
Repetir a dose era desejo comum e assim devidamente atendido. Mais uma vez não restaram dúvidas de que a química era favorável e a física já ensaiava os primeiros experimentos. Era hora de mudar de nível mais uma vez.
Um novo nível e novos desafios. Tudo muito a contento. Barreiras derrubadas, mitos caindo por terra. A relação seguia produtiva e desafiadora.
Diferentes, distintos, distantes. Ficaram parecidos e próximos. Ataram laços que ficarão para sempre.
Ela, sentada ao lado dele, observa-o em silêncio. Um sorriso de canto de boca denuncia o pensamento que lhe veêm a mente:
“Admirável a magia que une as pessoas. Incríveis são os encontros dos seres. Mágicos os caminhos que se cruzam e modificam seu percurso”
Seu coração será a morada eterna dessa pequenina história de amor.
terça-feira, agosto 08, 2006
Das coisas que faço sem ter porque
E eu estava lá. Parada na saída do Metrô esperando alguém que só vi uma vez há três dias num lugar escuro e lotado de outros tantos estranhos ilustres. Me esforçando para parecer normal.
Foi um bom momento para pensar porque eu estava ali, fazendo aquilo. Porque diabos eu estava perdendo uma tarde da minha vida para ser legal com um completo estranho? Coisa que, até aquele momento, me parecia normal.
E o estranho chegou. Conversamos sobre quase tudo, passeamos, rimos, nos divertimos. Mas ao final do dia ainda tinha a mesma pergunta sem resposta. Porque estar ali? Mas pelo menos não estava sozinha. Ele também partilhava, em silêncio, a mesma dúvida.
E eu estava lá. Parada na saída do Metrô esperando alguém que só vi uma vez há três dias num lugar escuro e lotado de outros tantos estranhos ilustres. Me esforçando para parecer normal.
Foi um bom momento para pensar porque eu estava ali, fazendo aquilo. Porque diabos eu estava perdendo uma tarde da minha vida para ser legal com um completo estranho? Coisa que, até aquele momento, me parecia normal.
E o estranho chegou. Conversamos sobre quase tudo, passeamos, rimos, nos divertimos. Mas ao final do dia ainda tinha a mesma pergunta sem resposta. Porque estar ali? Mas pelo menos não estava sozinha. Ele também partilhava, em silêncio, a mesma dúvida.
quinta-feira, julho 06, 2006
Definitivamente: não acredito no acaso!
Sim, sou aquele tipo de chata compulsiva que vive arrumando explicação para tudo que acontece. Se eu encontro com alguém (não necessariamente um conhecido, sou daquelas que fala com todo mundo sobre tudo) na rua e, do nada a pessoa começa a falar, pronto! Já tenho trabalho para o resto da semana, quiçá do mês!
Há meses venho remoendo uma história. Não uma dessas contatas por pessoas estranhas na rua, uma autoral. Como sempre tenho muitas explicações a respeito, outras tantas possibilidades, uma penca de continuidades possíveis e outra dúzia de finais bombásticos. Acreditem, Sílvio de Abreu morreria de inveja, Manoel Carlos então... esse teria uma sincope e viraria jardineiro no Leblon.
Voltando a tal história, ontem ouvi uma declaração que soou definitiva. Uma dessas frases chaves que ficam ecoando na nossa cabeça por horas a fio. A frase, simples em sua formação e complexa em seu impacto, coube como uma luva em uma de minhas lacunas. Ganhou ares de certeza e título honorário de definição.
Talvez essa frase seja o fim da história.
Isso explica minha exata tristeza...
Sim, sou aquele tipo de chata compulsiva que vive arrumando explicação para tudo que acontece. Se eu encontro com alguém (não necessariamente um conhecido, sou daquelas que fala com todo mundo sobre tudo) na rua e, do nada a pessoa começa a falar, pronto! Já tenho trabalho para o resto da semana, quiçá do mês!
Há meses venho remoendo uma história. Não uma dessas contatas por pessoas estranhas na rua, uma autoral. Como sempre tenho muitas explicações a respeito, outras tantas possibilidades, uma penca de continuidades possíveis e outra dúzia de finais bombásticos. Acreditem, Sílvio de Abreu morreria de inveja, Manoel Carlos então... esse teria uma sincope e viraria jardineiro no Leblon.
Voltando a tal história, ontem ouvi uma declaração que soou definitiva. Uma dessas frases chaves que ficam ecoando na nossa cabeça por horas a fio. A frase, simples em sua formação e complexa em seu impacto, coube como uma luva em uma de minhas lacunas. Ganhou ares de certeza e título honorário de definição.
Talvez essa frase seja o fim da história.
Isso explica minha exata tristeza...
quarta-feira, julho 05, 2006
segunda-feira, julho 03, 2006
sexta-feira, junho 30, 2006
A era das tormentas ou O real terror dos geminianos
Tantas coisas passam pela minha cabeça, muitas idéias e possibilidades. Mas, estranhamente, não consigo fixar em nenhuma. O mundo é tão grande e pertence todo a mim. Posso fazer qualquer coisa em qualquer lugar. O difícil é escolher! Decidir! Definir!
Tantas coisas passam pela minha cabeça, muitas idéias e possibilidades. Mas, estranhamente, não consigo fixar em nenhuma. O mundo é tão grande e pertence todo a mim. Posso fazer qualquer coisa em qualquer lugar. O difícil é escolher! Decidir! Definir!
segunda-feira, junho 26, 2006
Estranha saudade
Não canso de olhar aquela foto. Aquela que eu nem imaginava que existia. Daquela pessoa que eu não conheço. De uma época e lugar que eu nem sei quais.
Mas não consigo fechar o sorriso quando olho para aquela foto. Daquela pessoa que parece me encarar como se soubesse bem quem sou e onde estou.
E sinto saudade. Saudade de coisas que eu nunca vi.
Não canso de olhar aquela foto. Aquela que eu nem imaginava que existia. Daquela pessoa que eu não conheço. De uma época e lugar que eu nem sei quais.
Mas não consigo fechar o sorriso quando olho para aquela foto. Daquela pessoa que parece me encarar como se soubesse bem quem sou e onde estou.
E sinto saudade. Saudade de coisas que eu nunca vi.
sexta-feira, junho 23, 2006
quinta-feira, junho 22, 2006
Em busca de leveza e praticidade
Sim, me considero uma pessoa prática. Mas, por vezes me pego no meio de confusões tão absurdas que tal praticidade é posta em cheque.
Costumo ver as questões de diversos ângulos. Descubro caminhos, novas saídas, analiso hipóteses, possibilidades e até crio novas questões. Tudo muito simples, fácil e rápido para uma mente geminiana inquieta e compulsivamente produtiva. Assim fica fácil ter a situação nas mãos, difícil é saber o que fazer, mas isso já outro problema. O assunto aqui é análise, compreensão, tomada de consciência e detecção de possibilidades. A ação é papo para outro post.
O fato é que normalmente sei o que quero, mas raramente consigo levar meus “quereres” adiante por causa do peso!
Tudo tem em mim um peso, e sempre muito pesado. Não é raro me ver por ai arrasada, esmagada por alguma coisa aparentemente pequena, simples. Tudo é sempre muito sério. Parece que sai de um daqueles folhetins eletrônicos oriundos do México que o SBT exibe. Muita maquiagem, cabelos enormes e com muito laquê, figurino espalhafatoso e muitas caretas. Mãos na cabeça, gestos fortes e falas carregadas de emoção, tudo sempre um tom acima. Posso me ver as vezes numa dessas situações patéticas. Um cenário fake com móveis de quinta e eu encurralada no canto com a mão na testa franzida, corpo arqueado como se sentisse dor física, a própria encarnação da sofreguidão. Patético!
Preciso parar de pensar que o mundo vai parar de girar se eu fizer alguma merda. Que minha vida vai acabar no momento em que eu errar, me enganar, mentir, esconder, dissimular.
Como bem disse dia desses minha amiga caçula: “esse meu celibato ainda vai me matar!”
Sim, me considero uma pessoa prática. Mas, por vezes me pego no meio de confusões tão absurdas que tal praticidade é posta em cheque.
Costumo ver as questões de diversos ângulos. Descubro caminhos, novas saídas, analiso hipóteses, possibilidades e até crio novas questões. Tudo muito simples, fácil e rápido para uma mente geminiana inquieta e compulsivamente produtiva. Assim fica fácil ter a situação nas mãos, difícil é saber o que fazer, mas isso já outro problema. O assunto aqui é análise, compreensão, tomada de consciência e detecção de possibilidades. A ação é papo para outro post.
O fato é que normalmente sei o que quero, mas raramente consigo levar meus “quereres” adiante por causa do peso!
Tudo tem em mim um peso, e sempre muito pesado. Não é raro me ver por ai arrasada, esmagada por alguma coisa aparentemente pequena, simples. Tudo é sempre muito sério. Parece que sai de um daqueles folhetins eletrônicos oriundos do México que o SBT exibe. Muita maquiagem, cabelos enormes e com muito laquê, figurino espalhafatoso e muitas caretas. Mãos na cabeça, gestos fortes e falas carregadas de emoção, tudo sempre um tom acima. Posso me ver as vezes numa dessas situações patéticas. Um cenário fake com móveis de quinta e eu encurralada no canto com a mão na testa franzida, corpo arqueado como se sentisse dor física, a própria encarnação da sofreguidão. Patético!
Preciso parar de pensar que o mundo vai parar de girar se eu fizer alguma merda. Que minha vida vai acabar no momento em que eu errar, me enganar, mentir, esconder, dissimular.
Como bem disse dia desses minha amiga caçula: “esse meu celibato ainda vai me matar!”
quarta-feira, junho 21, 2006
terça-feira, junho 20, 2006
domingo, junho 11, 2006
Satisfação
O relacionamento mais importante da minha vida acabou. Não consegui dizer nada, não precisava de fato, mas sinto vontade de me explicar.
Tantas foram as demonstrações de carinho acerca dessa história que me sinto na obrigação de dizer algo a respeito. Foi surpreendente ver a alegria das pessoas com minha total felicidade. Parecia que meu amor por ele se espalhava contaminando todo mundo ao meu redor. Nunca estive tão feliz, nunca me senti tão completa, tão especial. Cheguei perto da perfeição e quem me viu não ficou imune.
Mas tudo acabou, de maneira inesperada e prematura. Fui pega de surpresa, assim como todo mundo. Ele decidiu que não queria mais e me mandou embora. Eu não pude lutar, não tive argumentos. Apenas acatei sua vontade.
Fiquei doente, me senti morta, entrei em desespero. Vi minha vida desmoronar, mas não lutei. Apenas aceitei a brincadeira do destino. Uma piada, a pior de todos os tempos.
Hoje, exatos quatro meses depois, ainda não entendi o objetivo de tudo aquilo. Ainda não sei porque ganhei um passe com apenas 60 dias de completa felicidade. As vezes sinto medo do amanhã, temo que isto seja definitivo. É apavorante imaginar que meu futuro será só e que terei apenas esses 60 dias de felicidade na memória para todo o sempre. Tempo demais para viver sozinha, tempo demais para não ter alguém com quem partilhar o melhor e o pior.
Mas me sinto bem. Estou livre afinal. Tenho minha vida em minhas mãos e um mundo inteiro para descobrir.
Obrigada a você que foi feliz comigo, que ficou feliz pr mim. Continue por ai... ainda tem muita história por vir.
O relacionamento mais importante da minha vida acabou. Não consegui dizer nada, não precisava de fato, mas sinto vontade de me explicar.
Tantas foram as demonstrações de carinho acerca dessa história que me sinto na obrigação de dizer algo a respeito. Foi surpreendente ver a alegria das pessoas com minha total felicidade. Parecia que meu amor por ele se espalhava contaminando todo mundo ao meu redor. Nunca estive tão feliz, nunca me senti tão completa, tão especial. Cheguei perto da perfeição e quem me viu não ficou imune.
Mas tudo acabou, de maneira inesperada e prematura. Fui pega de surpresa, assim como todo mundo. Ele decidiu que não queria mais e me mandou embora. Eu não pude lutar, não tive argumentos. Apenas acatei sua vontade.
Fiquei doente, me senti morta, entrei em desespero. Vi minha vida desmoronar, mas não lutei. Apenas aceitei a brincadeira do destino. Uma piada, a pior de todos os tempos.
Hoje, exatos quatro meses depois, ainda não entendi o objetivo de tudo aquilo. Ainda não sei porque ganhei um passe com apenas 60 dias de completa felicidade. As vezes sinto medo do amanhã, temo que isto seja definitivo. É apavorante imaginar que meu futuro será só e que terei apenas esses 60 dias de felicidade na memória para todo o sempre. Tempo demais para viver sozinha, tempo demais para não ter alguém com quem partilhar o melhor e o pior.
Mas me sinto bem. Estou livre afinal. Tenho minha vida em minhas mãos e um mundo inteiro para descobrir.
Obrigada a você que foi feliz comigo, que ficou feliz pr mim. Continue por ai... ainda tem muita história por vir.
quarta-feira, junho 07, 2006
Quero muito ser Johnny Mnemonic
Quando vi pela primeira vez Keanu Reeves (uh-terêrê) na pele de Johnny Mnemonic, nos idos de 1900 e eu começando a faculdade de jornalismo, rolou aquele inveja completa e absoluta do tal personagem. Sabe quando você deseja profundamente ter aqueles poderes? Para quem não ligou o nome a pessoa, Johnny era um sujeito especial, gente boa (como 99% dos papéis de Reeves) e com um cérebro privilegiado. O talzinho era um cyborg menssageiro (sim, pq na época, assim como agora, a informação era o bem mais precioso da terra), mas nada que lembre Stallone ou Schwarzenegger quando desempenharam papeis semelhantes. O grande barato de Johnny era a saída USB na nuca. Esse pequeno detalhe me fez desistir do sonho de querer voar e roubar a energia alheia como a Vampira dos X-Man.
Prova disso é que anos e anos se passaram e eu ainda sonho com Johnny Mnemonic. Toda noite antes de dormir, sempre que estou no ônibus, no táxi, no avião... Enfim, nesses lugares chave onde pensar é a única atividade possível. É automático! Minha cabeça começa a fervilhar... produzo textos incríveis. Aparece de tudo, monólogos, diálogos, crônicas, críticas. Tudo tão naturalmente que nem consigo colocar no papel. Algumas vezes tentei, mas só o ato de mudar de posição (levantar da cama no meio da noite, por exemplo) já bagunça as tais idéias. Então me vem a imagem de Johnny tirando do bolso seu pendrive e copiando tudo que estava armazenado na sua cabecinha. Depois era só jogar no PC e pronto! Certamente eu já teria alguns livros publicados:-)
Quando vi pela primeira vez Keanu Reeves (uh-terêrê) na pele de Johnny Mnemonic, nos idos de 1900 e eu começando a faculdade de jornalismo, rolou aquele inveja completa e absoluta do tal personagem. Sabe quando você deseja profundamente ter aqueles poderes? Para quem não ligou o nome a pessoa, Johnny era um sujeito especial, gente boa (como 99% dos papéis de Reeves) e com um cérebro privilegiado. O talzinho era um cyborg menssageiro (sim, pq na época, assim como agora, a informação era o bem mais precioso da terra), mas nada que lembre Stallone ou Schwarzenegger quando desempenharam papeis semelhantes. O grande barato de Johnny era a saída USB na nuca. Esse pequeno detalhe me fez desistir do sonho de querer voar e roubar a energia alheia como a Vampira dos X-Man.
Prova disso é que anos e anos se passaram e eu ainda sonho com Johnny Mnemonic. Toda noite antes de dormir, sempre que estou no ônibus, no táxi, no avião... Enfim, nesses lugares chave onde pensar é a única atividade possível. É automático! Minha cabeça começa a fervilhar... produzo textos incríveis. Aparece de tudo, monólogos, diálogos, crônicas, críticas. Tudo tão naturalmente que nem consigo colocar no papel. Algumas vezes tentei, mas só o ato de mudar de posição (levantar da cama no meio da noite, por exemplo) já bagunça as tais idéias. Então me vem a imagem de Johnny tirando do bolso seu pendrive e copiando tudo que estava armazenado na sua cabecinha. Depois era só jogar no PC e pronto! Certamente eu já teria alguns livros publicados:-)
segunda-feira, junho 05, 2006
quinta-feira, junho 01, 2006
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